Tudo pronto para o 8º Festival de Viola e
Gastronomia, nos dias 28 de julho a 1º de agosto.
A excelência musical dos anos anteriores prossegue
com shows de Yassir Chediak e Rodrigo Sater,
Almir Sater, Orquestra Feminina de Saia, Chico
Lobo, Elomar, Violeiros de Matuto, Celma e Célia,
Tarcísio Manovei e Viola de Nois. E são os nomes de
Almir Sater e, principalmente, Elomar, as grandes
atrações do festival.
Segundo a coordenadora do Festival, Maria Lúcia
Braga, uma grande surpresa será o Festival de
Viola, dividido em duas categorias: Música Regional
(30 de julho ) e Música de Raiz de Viola (31 de
julho ). Quem ouviu as gravações, principalmente
dos músicos concorrentes à raiz de viola, sabe que
o júri vai ter trabalho para escolher os vencedores.
Os participantes da parte gastronômica é que
não se preocuparam em inovar nos cardápios. Com
as raras e honrosas exceções de praxe, os pratos
são os mesmos dos anos anteriores. Parece que em
time que está ganhando não se mexe
PEDRA BRANCA
Quem sou eu:
- Comitê Semeando
- Itamarati de Minas, Zona da Mata / Minas Gerais, Brazil
- O Comitê Semeando foi criado para poder acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual ao outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar. Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder. Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto, porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos. Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior, porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança. Neste sentido um grupo de pessoas desta pequena cidade cravada nas montanhas de Minas Gerais resolveu criar o Comitê Semeando, ideias e ideais. Não nos interessa saber qual será o produto final, mas temos plena convicção que alguma coisa será aproveitada. Porque Comitê ? Pela praticidade e simplicidade de seu processo de funcionamento. Não exige um Presidente nem um Estatuto. É livre e aberto às boas ideias.
22 de jul. de 2010
CINEMA PARA TODOS...
Como a maioria dos 5,5 mil municípios brasileiros, a pacata Itamarati de Minas não tem sala de cinema. O único espaço para exibições cinematográficas suspendeu as atividades há quase 40 anos, por problemas financeiros. O antigo Cine Itamarati perdeu o lugar para uma loja de produtos agropecuários, mas, daquela época, ficou uma certeza: reunir-se para ver filmes na telona é sempre garantia de fortes emoções. Tanto é que a velha tradição de ir ao cinema na pequena cidade, de 4,2 mil habitantes, se renova. Desta vez, por meio de um projeto que prevê a exibição gratuita de filmes nacionais em bairros e distritos de sete cidades da Zona da Mata. O projeto Tela viva de cultura e cidadania percorre ainda Cataguases, Descoberto, Miraí, São Sebastião da Vargem Alegre, Volta Grande e Muriaé.
A inspiração da iniciativa vem de Humberto Mauro (1897-1983). O pai do cinema brasileiro nasceu por essas bandas, precisamente em Volta Grande. E foi na Cataguases dos anos 1920 que o cineasta elaborou suas primeiras produções cinematográficas, que somam 14 longas-metragens e mais de 300 curtas. “A velha a fiar é quase obrigatória em nossas exibições”, revela Américo Sobrinho, um dos coordenadores do Tela viva. A intenção é levar às localidades, até novembro, pelo menos uma vez por mês, produções brasileiras, inclusive, filmes regionais
DE QUEM É A ÁGUA?
Por: Alen Henriques
“A crise da água é uma crise ecológica com causas comerciais, mas sem soluções de mercado. As soluções de mercado destroem a terra e agravam a desigualdade. A solução para uma crise ecológica é ecológica, e a solução para a injustiça é a democracia...” (SHIVA, VANDANA. As Guerras por Água: privatização, poluição e lucro. São Paulo: Radical Livros, 2006, p.32.
Depois de um tempo de esquecimento, após ter sido discutido e rejeitado pela Câmara Municipal, voltou a ser comentada nas ruas da cidade a possibilidade de se passar, para a empresa estadual, o serviço de tratamento e distribuição de água em nosso município.
A maior parte da população de nossa cidade sabe da necessidade de se pensar na questão da ampliação da oferta e na distribuição e, é claro, na qualidade da água ofertada em nosso município. As pessoas que moram nas partes mais altas sabem melhor ainda, ainda mais em períodos de festas como carnaval e exposição. Nestes períodos, por falta de planejamento e responsabilidade, a cidade se vê em uma situação que beira o caos, algumas casas chegam a passar mais de quatro dias sem receber água.
Fica, todavia, algumas perguntas: De quem é a culpa? Qual é a solução?
Para alguns, talvez a maioria, a culpa é daqueles que desperdiçam água e não pensam nos outros... Para outros, provavelmente uma minoria, a culpa é da ausência de investimentos nos últimos anos por parte da Prefeitura, a cidade cresceu e não se investiu na melhoria do sistema.
Para alguns, talvez também para a maioria, a solução para o problema seja a passagem (ou entrega) do sistema para a empresa estadual. Outros, provavelmente também uma minoria, defendem que a Prefeitura faça aquilo que deveria ter sido feito nos últimos anos: ter investido no aumento e na qualidade do sistema.
Não adianta simplesmente entregar um patrimônio que é público e valioso, pensando que todos os problemas serão resolvidos. Isso chega a ser um afronta a nossa inteligência. Nosso ribeirão está definhando, lixo se acumula em suas margens... O leito está em estágio avançado de assoreamento e, o pior, aqueles que deveriam fiscalizar e dar exemplo, são os que mais contribuem para o assoreamento (o aterro próximo ao matadouro é um dos muitos exemplos).
A empresa estadual vai resolver os problemas ligados à poluição, ao assoreamento, ao descaso de nossos governantes? Essa é uma pergunta, a meu ver, ainda sem resposta...
Devemos lembrar que ao dar banho em uma criança devemos jogar apenas a água suja fora. A criança deve ser preservada...
A água, assim como o ar é um patrimônio de todos. Nosso sistema de abastecimento é uma conquista e um patrimônio de todos, construído com recursos públicos.
A solução de nosso problema, concordando com Vandana Shiva, está na democratização das decisões, na transparência e não em decisões de gabinetes pessoais, que não levam em conta os interesses e as necessidades da população.
19 de jul. de 2010
GRUPO AXÉ
Raízes africanas
A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas.
A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão. Do nome deste lugar surgiu o nome desta luta.
Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.
MESTRE Marlúcio e seus alunos numa demostração da cultura africana, na escola Pedro Furtado!
14 de jul. de 2010
EMATER
CAMPANHA DE VACINAÇÃO
DIA: 16/07/2010 SEXTA-FEIRA
PRAÇA ASTOLFO TAVARES
08:00 / 12:00
ESCOLA MUNICIPAL 15 DE NOVEMBRO
08:00 / 10:00
10 de jul. de 2010
PROERD
O PROERD é desenvolvido nas Escolas de 1ª a 8ª Séries, por policiais militares treinados e preparados para desenvolver o lúdico, através de metodologia especialmente voltada para crianças. O objetivo é transmitir uma mensagem de valorização à vida, e da importância de manter-se longe das drogas.
Após quatro meses de curso as crianças recebem o certificado PROERD, ocasião que prestam o compromisso de manterem-se afastados e longe das drogas.
O Programa é pedagogicamente estruturado em lições, ministradas obrigatoriamente por um policial militar fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social, propicia um forte elo de ligação na comunidade escolar em que atua, fortalecendo o trinômio: Polícia Militar, Escola e Família.
O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma variedade de atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo; atividades que foram projetadas para estimular os estudantes a resolverem os principais problemas na fase em que se encontram vivendo.
O Programa não invalida qualquer outro Programa, Trabalho ou Atividade de prevenção, dirigido aos jovens como um todo. A cooperação da sociedade é fundamental, e a participação, efetiva, do empresariado constitui-se na sustentação, econômica e financeira, da viabilidade e continuidade do PROERD, visando atender parcela, cada vez mais significativa, das crianças e adolescentes, criando, dessa forma, uma rede protetiva, crescente, contra as drogas (lícitas e ilícitas), bem como contra as atitudes que geram violência.
8 de jul. de 2010
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